A human brand?

Pode e deve sê-lo. É relembrar alguns casos do ano passado, a Sumol a sorrir, a Castello a errar, a Pepsi a pedir desculpas, e vem-nos à memória “as marcas estão finalmente vivas”. Depois de anos como vegetais, é tempo de saírem de brochuras, de assinaturas de e-mail, de papéis de carta, é tempo de terem voz. Como nós. E talvez por isso possa ser válido dizer: tal como uma marca pode ser uma pessoa, também uma pessoa pode ser uma marca. Mas por motivos diferentes. Às marcas falta(va)-lhe a voz. A nós, falta(va)-nos a visão. A visão de uma marca. Esta é a minha:

valores: em equipa – todos os problemas têm soluções. ser exigente é ser melhor. para o cliente: o objetivo é sempre “próximos passos?”. a sua empresa merece-nos.

personalidade: entusiasta. dedicada. confiante. criativa.

visão: para mim, todos os projetos têm de ter cérebro e coração.

causa: obter o mais genuíno sinal de reconhecimento – a atenção.

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