Facebook é um fornecedor, ponto final.

Acordar é um fenómeno difícil, ainda que o façamos todos os dias. A dormência, os sonhos, e a culpa nos outros é mais simples e por isso o melhor é virarmo-nos para o lado, puxar a almofada, e continuar a dormir mesmo que insatisfeitos.

Há uns anos atrás as marcas cresciam no facebook a olhos vistos, as visualizações nos posts funcionavam, os likes aconteciam espontaneamente, e nem se estranhava a venda a acontecer, mesmo ali, através de uma rede social gratuita.

Pagava-se para alguém – com tempo – bastava ter tempo – para fazer a gestão da página e cuscava-se de três em três horas a página a crescer. Estava feito o trabalho. Se antes se anunciavam formações em gestão de facebook como a solução, hoje está longe disso acontecer. Está na hora de dar ao facebook o que ele vos deu: dinheiro, ou seja, há que fazer negócio com o facebook.

Nos últimos dias de Janeiro foi novamente anunciado pelo facebook que: “Facebook “will intensify its efforts to filter out unpaid promotional material in user news feeds that businesses have posted as status updates.” e assim do nada, só nos apetece mandá-lo à merda, esquecendo-nos da premissa básica de qualquer negócio e que qualquer pessoa que esteja à frente de uma empresa sabe: se precisas de algo, pagas. Então, qual o espanto?

O Facebook é um fornecedor. Se precisa de usufruir dele para fazer negócio há que pagar-lhe, ponto final. Quer ter mais visualizações? Quer chegar até ao seu público? Invista. E deixe lá a ronha, que o facebook não é, nem nunca foi um sonho de marketing. E o conselho estende-se para quem recebe para fazer a gestão de facebook. Se não quer que o seu cliente acorde antes de si, faça-o ver que o facebook é um fornecedor de serviços, como outro qualquer. Tem de receber para prestar o serviço.

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