Bem alentejano, só podia

“Cada tradição conta uma história. Esta é uma história bem Alentejana. Conta-se há já meio século, entre amigos e compadres, dos mais velhos aos mais novos, à mesa, pois claro!, o sabor de um bem que é Bem Alentejano. Ora, da sua origem e natureza já ele o é de bom grado, aqui dos montes alentejanos que bem lhe servem e fazem, e há depois, em tempo compassado ao ritmo do Alentejo, o amor pela tradição do enchido, na mão mestra do salsicheiro de Oriola.

Este, tornou-se artista por gosto, quando os tempos assim pediam. Hoje, à tradição chama-se desejo pelo sabor, e que sabor!, e pelo Bem Alentejano que nasceu, e que conta a história de uma cultura que nos é sina e ensina.

Há lá então, um outro bem a ter em sua composição dois artistas como estes, o Alentejo e quem vive nele, senão um bem que de nome não podia ser mais que chamar-se um Bem Alentejano.”

O primeiro “filho” profissional é sempre especial. Esta foi a primeira marca que criei/lancei no mercado, já faz oito anos e relembrar esses tempos, deixa-me sempre muita água na boca. Porque será?

Agora imaginem dizer o nome desta marca em bom sotaque alentejano, fica algo como “beêem alentejano”. Até a nível sonoro, a marca funciona!

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Na altura achei também importante que a marca pudesse acompanhar o nome do produto sem interrupção, como um todo.  Nas imagens que deixei podem ver parte do catálogo que foi feito para perceberem como funcionou o nome do produto + marca.

Atualmente a marca encontra-se em lojas gourmet, mercearias, charcutarias e no Pingo Doce.

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